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Tão boa e envolvente é a história de Sumire, uma jovem japonesa que ama literatura e quer ser romancista, que tentar descrever a maneira que se desenrola a trama que envolve-a juntamente com o professor, amigo próximo e narrador K, e a empresária Miu, objeto de paixão da personagem, seria uma injustiça.
O livro fala de sonhos e solidão de uma maneira singular e imprevisível. Originalmente de 2001, foi publicado pela Alfaguara.
“A Terra, afinal, não range e geme ao traçar seu caminho em volta do Sol, de modo que os seres humanos possam se divertir e rir.”
“Cada um de nós tem um quê especial que só podemos usufruir em um momento especial da nossa vida. Como uma pequena chama. Alguns poucos afortunados cuidam dessa chama, alimentam-na, segurando-a como uma tocha para iluminar seu caminho. Mas, uma vez apagada, nunca mais se acende.”
Não sei quem está lendo, mas eu quando descubro e gosto de uma música e de uma letra fico louca, saio procurando letra, versões, tudo o que for possível.
Quando me deparei com Brenda Holloway e sua “Every little bit Hurts”.
Lançada originalmente como single pela Motown em 64, a música tem letra linda, cantada por uma voz macia, embalada pela melodia suave e certeira.
Descobri que o The Clash caiu de amores pela faixa e a regravou:
tá, descobri também que Alicia Keys também fez sua versão dessa história, mas essa ficou média… agora, pesquisando para o blog, cheguei também em Ms. Aretha Franklin
então escolha a que mais te convém, aumenta o som e aproveite
“Green Lights” Aloe Blacc, com a boa energia do show da semana passada
“Carving the Mountains” meninas descendo montanhas de longboard. Oh Yeah!
A estética das ruas de Nova York
