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Imagine transformar um terminal abandonado, que funcionava como garagem de trens elétricos, em parque?
O projeto Delancey Underground pretende criar um parque subterrâneo, convertendo área abandonada em espaço público. O parque já tem até apelido, “LowLine”, em referência ao High Line , outra iniciativa bem sucedida na mesma cidade, NY.
Além de reocupar e transformar um espaço degradado, o projeto desenvolve um parque embaixo da terra iluminado pela luz do Sol. Um sistema de cabos de fibra ótica utiliza energia solar para iluminar a área.
O Delancey Underground tem página no Kickstarting, ferramenta para angariar dinheiro no sistema de financiamento público. Segundo os idealizadores essa é uma boa maneira de pressionar e mostrar às autoridades o quanto as pessoas acreditam na idéia e querem aquele espaço.
Em uma semana levantaram 60% do dinheiro pedido para o projeto.
o Delancey faz parte de uma discussão atual sobre ” o potencial de infraestruturas urbanas remanescentes e da necessidade das cidades de reinventarem seu espaço… O “LowLine” é essencialmente uma parte da próxima fase do design urbano, onde a escala humana e a escassez de recursos nos força a pensar em maneiras mais criativas do uso de espaços públicos“
Desde o tempo das cavernas que o bicho homem adora rabiscar uma parede.
Será essa a razão de hoje ser impossível andar sem tropeçar em uma assinatura, frase ou idéia fincada nos muros das cidades?
Pinturas e painéis espalhados pelas ruas trazem um pouco mais de poesia a esquinas, casas e avenidas.
O grupo espanhol Boa Mistura promoveu uma intervenção em diversas casas da Vila Brasilândia, em SP, levando palavras e cores para inspirar a rotina dos moradores.
Robert Montgomerry criou a Guerrila Poetry, onde suas palavras ganham dimensões maiores, aplicadas a outdoors e letreiros luminosos
Esse é o trailer oficial de “A love letter for you”, projeto de Stephen “ESPO” Powers que espalhou em 50 murais pintados na Philadelphia entre 2009 e 2010 trechos de cartas de amor.
Em breve, as mães com filhos pequenos não mais vão tremer diante de inevitáveis rabiscos em casa.
4 skatistas viajam durante um mês por Bangladesh, Sri Lanka e India. Queria saber fazer isso também…
Nicolas Jaar e Leonard Cohen ao piano
JDante e JuSoul mixtape…para a levada do hip hop
escolha sua praia, aumente o som e aproveite
“Em 1518 várias pessoas de uma cidade francesa chamada Stransbourg foram afetadas por uma epidemia da dança. Começou com uma mulher, Frau Troffea, dançando na rua e terminou com mais ou menos 400 pessoas dançando por dias sem descanso, resultando em algumas mortes por ataque cardíaco, derrame e exaustão. Esse projeto é, de alguma forma, uma homenagem a Frau Toffea. Da dança mais boba até as mais elaboradas do cinema, tivemos muita dança nas últimas décadas (não o suficiente para matar alguém, eu espero). Essas são algumas dessas danças.” Série de posters com coreografias variadas do cinema e TV, dá para comprar aqui.
Centenas de textos e frases circulam diariamente pelas caixas de entrada de pessoas em todo o mundo.
Um mesmo texto aparece assinado por dois ou três escritores diferentes, e rapidamente descobre-se que nenhum deles era o verdadeiro autor. A dificuldade em achar a origem de um texto ou frase parece proporcional a velocidade do fluxo de informação. Encontrei gente que busca pelo Autor Desconhecido até desvendar o mistério e uma pessoa cujo texto voltou as suas mãos com a assinatura de Mario de Andrade.
Grifar, guardar, copiar trechos e frases impregnados com a sensação que foram escritos para ou por você é um prazer que se mantém. O livro agora divide espaço com o coletar, colecionar e montar frases, escolher tipografia e imagens. O que não muda é a mania de procurar ajuda, aconchego, sabedoria ou conselho nas palavras alheias.
Segredos confessados, problemas de meninas altas, regras para uma lady, palavras para animar o dia a dia.
A internet parece uma grande sala de terapia.




















