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rap fofura do dia
nova do NAS, terceiro single do disco que está por vir “Life is Good”
série de posters de momentos clássicos dos clips de Michael Jackson
o nome do(a) artista é Tharanga Punchihewa, do Sri Lanka, e aqui vc vê toda a série, incrível, de posters. Dá vontade de ter todos.
#forevermichael
andando pela vila madalena, um grupo de três turcos parou para pedir informação…
Eles eram alguns dos artistas que vão se apresentar até o fim do mês no SESC, que promove um intenso intercâmbio com Istambul.

Procurei Talita Miranda, uma das envolvidas, para saber mais do festival. Olha o que ela disse:
1) Como nasceu o festival?
Talita Miranda: Ilhan (do Nublu) e eu já pensamos há uns três anos na idéia de trazer Istambul ao Brasil de alguma forma por causa da riqueza histórica e relevância artística contemporânea. Ilhan viveu a infância indo pra lá e toca com os músicos turcos a anos, então essa vivência sempre foi presente nele e no Nublu, onde sempre convivi muito. Sempre quisemos trazar o aspecto artístico independente das questões mais enraizadas na política ou economia. Levamos a idéia ao SESC e eles abraçaram o projeto.
2) Qual sua relação com a cidade de Istambul?
TM: é uma relação de grande afeto e curiosidade. Istambul é um lugar de riquíssima história, num ponto único. Convivo com turcos faz anos e tenho grandes amigos artistas ali. As idéias em relação a artes visuais e música surgiram nessa ponte, pensando em desfazer estereótipos e olhar a cultura como ela é…com tantas etnias em uma só coisa.
3) Você consegue fazer algum paralelo entre SP e Istambul?
TM: Existe um comparativo entre essas duas cidades caóticas, conturbadas e ao mesmo tempo muito culturais, com pessoas querendo olhar para o mundo. São cidades que simbolizam um pólo multidisciplinar e internacional também. É claro que estamos falando de pontos geográficos muito distintos e com religiões diferentes…e artes diferentes. Ambos países eram considerados de terceiro mundo há pouco tempo e estão em uma nova relação de poder e economia que afeta a expressão artística, principalmente dos jovens.
4) Teatro, fotografia, arte, música, tudo isso está presente no festival. O que chama a sua atenção na produção cultural turca?
TM: A mescla entre tradicional, folk, regional com o novo e contemporâneo, a mistura de oriente e ocidente junto com elementos religiosos. Claro que em qualquer lugar o que é contemporâneo propõe e expressa a memória de gerações com uma releitura, mas o diferencial é que na cultura deles isso deriva de uma miscelânea de etnias e códigos que tratam de inclusão, imigração, religião, vida urbana, Europa e Ásia.
Cola lá!
no convite para quem queria participar do clip havia “Nu você nasceu, Nu você vem transformar”
aproveite e boa semana :)
encontrei essa hoje,
não garanto a autoria, afinal autoria em www é o mais difícil de se averiguar,
mas achei bacana.
ontem ouvi um texto que um rabino deu para um padre, irmão de um cara de umbanda. Os três leram o mesmo texto para os seus e a mensagem era de renascimento. Todo mundo tem direito a renascer, a se reinventar, a errar e aprender. A Páscoa, que entrou na minha vida por conta das avós católicas e da tia-avó carola, é isso. Nascer de novo.
E se a sua idéia for mudar o mundo, bem, estão aqui algumas dicas…
Faster é uma série de fotos de Maroesjka Lavigne
“Faster”, o ensaio fotográfico, aparece conectado ao texto abaixo, de Margaret Atwood, na página da fotografa
“Walking was not fast enough, so we ran.
Running was not fast enough, so we galloped.
Galloping was not fast enough, so we sailed.
Sailing was not fast enough, so we rolled merrily along on the long metal tracks.
Long metal tracks were not fast enough, so we drove.
Driving was not fast enough, so we flew.
Flying isn’t fast enough, not fast enough for us.
We want to get there faster.”
Margaret Atwood, The tent









