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“Please Chase Me”

toscamente traduzido como persiga-me, aqui, a essa hora com esse cabelo entre um render e outro

é o trabalho de Joel Ross que une fotografia e instalação

 

O autor procura espaços públicos que são visualizados de estradas ou ruas. A idéia é pegar o espectador desprevenido, por isso a predileção por becos e estacionamentos, espaços “simultaneamente visíveis e invisíveis”

” We looked for fissures and vacancies, roadside spaces we could take advantage of, and then wrote narratives and built sculptures to fill them. We also wrote stories and then searched (sometimes exhaustively) to find locations with the right conditions for those characters. The sculptures are declarations, and they take possession of their site, however briefly, with confidence, humor, urgency, and sometimes aggression.

The installations guide interpretation of the sites, undermining them fundamentally with suggested threats or glorifying them with an infusion of pride or implying the aftermath of a celebration. To those who see them in person and also those who see the photographs later, we hope the sculptures that we install and abandon appear like voices sprouting from cracks in the landscape. These hard won scripts are almost always revealed at night, but sometimes during the in-between times of dawn or dusk.

Since our work is surreptitious and unauthorized, most of the sculptures disappear within 24 hours, removed and very likely destroyed. For this new series we decided to make all of the sculptures relatively small and easily manipulated – with the theory that some of them might be taken as trophies or gifts (fitting easily inside a hatchback and on the wall in most any garage or den) rather than be demolished. To our delight, at several sites where installations were removed we found clear evidence that part of the sculpture had indeed been captured rather than thrown away. Although it is not always possible, we often revisit and check up on the installations, repeatedly if they survive. We usually photograph whatever we find that remains on site, but we never interfere with the objects again. We simply observe, document, and then leave it exactly as we found it. Our part is done. And it is best left that way – open, unknown, and never-ending. “

- de Artists’ Statement –about Alleys and Parking Lots [a collaboration with Jason Creps] Solo show at Monique Meloche Gallery – September 2012

Com a internet as pessoas estão ficando cada vez mais criativas (e exibidas) na hora de fazer o famoso pedido.

Isaac chamou a namorada para a casa dos pais, pediu para ela sentar na parte de tras do carro do irmão e … veja, em tela cheia:

 

o amor é cafona, fazer o que….

Trânsito parado, 30 min para começar o programa da radio. Parada durante 20 minutos no mesmo ponto, a rua atrás do ECPinheiros.
Nem a pau conseguiria chegar a tempo do início do programa. Encostei o carro e segui andando, atravessei pelo parque do povo, fui atacada por um pássaro cujo ninho devo ter jresvalado, corri segurando sapato na mão, JK-Funchal-Cardoso e cheguei as 16:58.
Que rolê sensacional

(post perdido nos rascunhos)

encontrei essa hoje,

não garanto a autoria, afinal autoria em www é o mais difícil de se averiguar,

mas achei bacana.

ontem ouvi um texto que um rabino deu para um padre, irmão de um cara de umbanda. Os três leram o mesmo texto para os seus e a mensagem era de  renascimento. Todo mundo tem direito a renascer, a se reinventar, a errar e aprender. A Páscoa, que entrou na minha vida por conta das avós católicas e da tia-avó carola, é isso. Nascer de novo.

E se a sua idéia for mudar o mundo, bem, estão aqui algumas dicas…

O melhor da internet é descobrir que tem todo tipo de gente nesse planeta. Até quem recrie “Sweet Home Alabama” em  ” Bobina de Tesla : um transformador ressonante capaz de gerar uma tensão altíssima com grande simplicidade de construção, inventado por Nikola Tesla por volta de 1890.”

confesso que dói um pouco nos ouvidos, mas o começo é sensacional.

 

 

Imagine transformar um terminal abandonado, que funcionava como garagem de trens elétricos, em parque?

O projeto Delancey Underground pretende criar um parque subterrâneo, convertendo área abandonada em espaço público. O parque já tem até apelido, “LowLine”, em referência ao High Line , outra iniciativa bem sucedida na mesma cidade, NY.

Além de reocupar e transformar um espaço degradado, o projeto desenvolve  um parque embaixo da terra iluminado pela luz do Sol. Um sistema de cabos de fibra ótica utiliza energia solar para iluminar a área.

O Delancey Underground tem página no Kickstarting, ferramenta para angariar dinheiro no sistema de financiamento público. Segundo os idealizadores essa é uma boa maneira de pressionar e mostrar às autoridades o quanto as pessoas acreditam na idéia e querem aquele espaço.

Em uma semana levantaram 60% do dinheiro pedido para o projeto.

o Delancey faz parte de uma discussão atual sobre ” o potencial de infraestruturas urbanas remanescentes e da necessidade das cidades de reinventarem seu espaço… O “LowLine”  é essencialmente uma parte da próxima fase do design urbano, onde a escala humana e a escassez de recursos nos força a pensar em maneiras mais criativas do uso de espaços públicos

Impossível não comparar a maneira como “eles” estão pensando as cidades ao incêndio e demolição do esqueleto das industrias matarazzo dentro da favela do moinho.
E tem quem dispute o apoio desse prefeito e de seu partido.

4 skatistas viajam durante um mês por Bangladesh, Sri Lanka e India. Queria saber fazer isso também…

Fotos japonesas de vagalumes tiradas em longa exposição:

 

 

Essas fotos são daqui

Hotaru é a palavra japonesa para vagalume, um bichinho super cultuado por eles. Tanto que são vários os sites dedicados ao assunto, como o Tokyo Hotaru.

O fotógrafo Rei Ohara também tem uma sessão de fotos de longa exposição dedicada ao charmoso inseto

 

A equipe do Studio Ghibli produziu uma animação chamada “Grave of the Fireflies”, dirigida por Isao Takahata. É um filme de guerra, pois durante o séc 8 a literatura japonesa dizia que os vagalumes eram a alma dos soldados mortos em campo:

Adoro vagalumes. Vale lembrar que eles só aparecem em lugares de ar limpo, por isso cada vez mais difícil encontrá-los dando sopa por aí. As fotos ficam de inspiração para uma semana brilhante, como a equipe do sensacional Escape into Life recomendou.

 

Eu tinha 14 anos quando descobri o Pen Friend, uma rede (embora não fosse essa a palavra usada) de troca de cartas, e a idéia de se corresponder com gente do mundo todo era encantadora.

Funcionava assim: você se cadastrava e recebia três endereços de diferentes partes do mundo para se corresponder. Eu tive um amigo de correspondência do Egito, tenho todas as cartas até hoje.

Gosto de cartas, de papel, da mensagem que é transmitida e eternizada e que não cai na pasta ‘Junk’ dentro do mail folder. Romantismo? Talvez. Mas lembro da excitação quando uma dessas cartas chegava.

Recentemente descobri o Letters of Notice, um site que traz reproduções de cartas variadas que merecem ser lidas. Encontrei essa da escritora Harper Lee, endereçada a um fã de “How to Kill a MockingBird/ O sol é para todos” que escreveu pedindo uma foto autografada e recebeu algo muito mais legal em troca:

 

 

 

 

No LON fica disponível a transcrição da carta para aqueles que tiverem dificuldade em entender a letra da moça.

@nilda

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